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WEG na Copa do Mundo
28/06/2010

Para vencer o desafio em receber um dos maiores eventos esportivo do mundo, algo inédito no continente, a África do Sul teve de superar limitações de infraestrutura. A maior delas estava na transmissão e distribuição de energia. O serviço sofreu forte influência do apartheid (sistema que vigorou por quase cinco décadas e que afastou os negros da vida econômica e política do país) e até 1996 o atraso e o sucateamento na rede elétrica era iminente.

Desde então, os investimentos da Eskom para modernizar o sistema e ampliar a capacidade de geração foram significativos e contam com as soluções da WEG desde 2006. Os planos ficaram mais ambiciosos com a notícia de que seria anfitriã da Copa do Mundo. Em 2009, a estatal encomendou 67 de transformadores de alta potência da WEG, já para suprir as demandas geradas pelo Mundial, especialmente porque o evento acontece durante o inverno. A tinta resistente à corrosão aplicada nos transformadores fornecidos à Eskom foi desenvolvida pela WEG Tintas. Esta proteção extra permitiu a instalação dos equipamentos por toda a África do Sul, com clima e temperaturas muito diversas, alguns em cidades-sede dos jogos, como Durban, Cidade do Cabo e Joanesburgo.

Energia verde-amarela

O fornecimento à Eskom iniciou o processo de exportação de transformadores WEG à África de Sul, em 2005. Desde então, foram vendidos à estatal mais de 200 de transformadores, com potências de até 100 MVA. Além de abastecer o Mundial, muitos equipamentos foram usados para alcançar as metas do projeto “Eletricidade para todos”, levando energia a milhões de famílias e trocando lampiões a querosenes por lâmpadas.

Em maio, a WEG anunciou a compra do controle da parceira de mais de 30 anos na África do Sul: o Zest Group. Empresa líder na distribuição de motores elétricos no país, o Zest Group também possui companhias especializadas na montagem de painéis elétricos industriais, na integração de produtos para a montagem de grupos geradores e na prestação de serviços de comissionamento elétrico. Com esta aquisição, o “país da Copa” tornou-se a 24ª subsidiária internacional da WEG.

"O prazo para os fornecimentos para a Copa foi extremamente apertado”, diz Gary Daines, diretor de projetos da Zest Electric Motors, subsidiária da WEG na África do Sul. “Mas conseguimos garantir a entrega graças às recentes ampliações de produção no Brasil”, completa. Daines explica que também precisou sub-contratar empresas locais para auxiliar nos processos de instalação e os profissionais envolvidos foram capacitados na WEG, no Brasil.

De atraso para oportunidade

Antes da extinção do apartheid, a Eskom já acreditava na transformação social por meio da integração e do alcance de energia elétrica, dando melhores condições ao empreendedorismo da população. Em 1993, enquanto as iniciativas de mudanças do país ainda engatinhavam, a companhia investiu na inclusão de negros em cargos de responsabilidade, até então considerado crime. Outra inovação possibilitou que a energia elétrica chegasse às casas do subúrbio sul-africano. Se colocando à frente das mudanças, a Eskom hoje é reconhecida pela modelo de gestão e exemplo de inovação.


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